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ORAÇÃO DA SANTA COMUNHÃO

Creio, Senhor e confesso, que em verdade Tu És Cristo, Filho de Deus vivo e que vieste ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o primeiro. Creio ainda que este é o Teu Puríssimo Corpo e que este é o Teu próprio precioso Sangue. Suplico-Te, pois, tem misericórdia de mim e perdoa-me as minhas faltas voluntárias e involuntárias, que cometi por palavras ou ações, com conhecimento ou por ignorância, e concede-me sem condenação receber Teus puríssimos Mistérios para remissão dos pecados e para a vida eterna. Da Tua Ceia Mística, aceita-me hoje como participante, ó Filho de Deus; pois não revelarei o Teu Mistério aos Teus inimigos, nem Te darei o beijo como Judas, mas como o ladrão me confesso: lembra-Te de mim, Senhor, no Teu Reino, Que não seja para meu juízo ou condenação, a recepção de Teus Santos Mistérios, Senhor, mas para a cura do corpo e da alma. Amém!

PREVISÃO DE TEMPO

18/02/2013

Conclave para eleger o novo Papa poderia começar antes do 15 de março, afirma porta-voz do Vaticano


VATICANO, 17 Fev. 13 / 12:23 pm (ACI/Europa Press).- O Conclave para escolher o sucessor do Papa Bento XVI poderia começar antes da data inicialmente estimada para o 15 de março, sempre e quando se encontrarem em Roma o número de cardeais suficiente para escolher seu substituto, conforme informou ontem, 16, o porta-voz do Vaticano, o Padre Federico Lombardi.
O Padre Lombardi indicou que as regras eclesiásticas pelas que guiam a formação do conclave podem ser interpretadas de diferente maneira neste caso concreto, dadas as circunstâncias históricas.
Em um primeiro momento, o Padre Lombardi tinha estimado que o conclave começaria entre o 15 e 20 de março, segundo os princípios originais de sucessão, mas este sábado 16 de fevereiro reconheceu que a data se pode ser adiantada ao tratar-se de uma demissão anunciada e não de uma súbita morte papal.
Por outro lado, o Padre Lombardi publicou um editorial no qual defende a figura de Bento XVI e sua renúncia como "um gesto de sabedorias cristã e humana admiráveis", motivado por seu fraco estado de saúde. Em seu texto, recolhido pela Radio Vaticano, o sacerdote jesuita nega categoricamente que Bento XVI tenha renunciado por sua incapacidade para administrar o cargo.
O Papa "não tomou esta decisão porque sentia que já não era capaz de guiar a Cúria Romana, como alguns acreditam, mas sim porque os enormes problemas que hoje enfrentam a Igreja e o mundo necessitam de grande energia e de um tempo no cargo proporcional às iniciativas pastorais que necessitam de grande amplitude e não pouca longevidade".
Segundo o sacerdote, o Papa Bento XVI "não nos abandonou em tempos de dificuldade".


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